GET — Governance Epistemic Twin · Reside no Brasil (presencial · híbrido · remoto) · Aberto a remoto na UE · Cidadão da UE (Espanha)
Capacidade não é autoridade. Eu construo o controle entre o que um agente de IA pretende e o que ele executa: determinístico, fail-closed, evidence-first. Cada afirmação vira um artefato reconferível: um hash, uma assinatura, um teste reproduzível — não uma alegação.
O humano é necessário — não opcional — para a proteção da IA. A IA assiste; a autoridade, a decisão e a assinatura são sempre humanas. Nunca sozinho: sempre dois.
Defesa e ataque no mesmo gesto: a mesma busca de satisfatibilidade (SMT/z3) que um red team usa para achar bypass de autoridade/IAM, eu aponto contra o próprio controle. Método ofensivo fechado como defesa. Blue e Red no mesmo sistema.
Segurança de agentes de IA e enforcement determinístico (fail-closed) · Verificação formal de autorização (SMT/z3, execução simbólica) · Red Team ofensivo autorizado para fortalecer a defesa · Validação Blue Team · Modelagem de ameaças · Remediação segura · Revisão humana obrigatória · Evidência à prova de adulteração (hash chains, assinaturas Ed25519, timestamp).
z3-reversing — SMT/z3 na segurança: provar que não há bypass (UNSAT) e achar um; 18.000 desafios resolvidos mais picoCTF; certificado assinado Ed25519.
ai-threat-model-dependency-risk-lab — modelagem de ameaças, risco de dependências, plano de remediação.
FCCSecurity-Public — console defensivo, governança de release, registros de validação.
Escopo, Revisão, Remediação, Validação, Evidência, Sanitização. Cada afirmação é limitada por: fato observado, inferência razoável, hipótese, recomendação, desconhecido.
Defensivo-primário. Material público é sanitizado: sem segredos, dados privados, alvos ao vivo, credenciais, cadeias de exploit, persistência, evasão ou malware. Atividade ofensiva é autorizada, escopada e lab-safe (labs próprios e CTFs públicos), só para fortalecer defesa. A IA assiste; o humano escopa, revisa, decide e assina a evidência.
A prova é a prática.


